Dryworld que patrocina o Goiás, pôs Robinho no Atlético-MG e salvou Flu afunda em caos judicial

img_8562 400 protestos por dívidas e conflito interno: a Dryworld nos tribunais
Entre março e maio, mais de 400 empresas acionaram a Justiça para cobrar dívidas da Dryworld no Brasil. O total de pendências registradas no CNPJ da companhia ultrapassava 500.

A Dryworld chegou a alterar a razão social da empresa, que operava como Rocamp/Logic, para Dryworld Industrias Américas LTDA EPP’, com capital social de R$ 1,5 milhão.

Os antigos sócios da Rocamp/Logic, que haviam sido retirados do comando da empresa, acionaram os tribunais e conseguiram liminar em agosto para retomar o controle. O processo corre em segredo de Justiça, mas houve uma audiência de conciliação em 18 de outubro. No encontro, os canadenses admitiram deixar a gestão da confecção e responder por prejuízos contraídos nos meses em que estiveram à frente da marca.

Ainda em outubro, o Atlético-MG fechou com a Tecnotêxtil Confecções, baseada em Três Pontas (MG), que assumiu a produção das peças da Dryworld. A fabricante já assumiu a produção de pontos como a loja virtual do clube e o espaço de Lourdes, região centro-sul de Belo Horizonte, que era administrado pelos canadenses.

Na prática, portanto, existem duas Dryworlds atuando no Brasil atualmente. Uma é a Rocamp/Logic, que recuperou na Justiça o direito sobre a marca. A outra é a matriz canadense, que faz todo o corpo a corpo com os clubes e alinhavou o negócio com a Tecnotêxtil.

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