Iris pôs o dedo na ferida, demitiu 480 médicos, mas recuou e o caos na saúde segue inalterado

As pessoas podem até não concordar com a forma como a decisão foi tomada ou a forma que foi feita, principalmente aqueles que não utilizam ou dependem das unidades de saúde da capital, mas é preciso reconhecer que uma atitude foi tomada e do jeito que a saúde estava em Goiânia, ninguém poderia afirmar que tinha médico trabalhando por aqui. Sem generalizar, é preciso reconhecer que alguma coisa tinha mesmo que ser feita.

Há muita coisa errada na gestão da saúde, há muitos médicos que fingem que trabalham, não cumpre escala e agora se fazem de coitadinhos, usando a população como desculpa para manter privilégios.

Algo precisava ser feito. Foi feito.

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Radical demais ou uma atitude necessária?
Na prática as unidades de saúde já estavam sem médicos. A diferença é que agora os médicos não precisam mais fingir que cumprem suas escalas, estão oficialmente demitidos…
É preciso pensar na população. Se as exonerações eram a única solução, a reposição do contingente precisa ser a jato. A decisão do Prefeito Iris foi mesmo radical, apesar do risco que os enfermos estão correndo, foi um mal necessário, já que alguma coisa desta magnitude precisava ser feita por algum ordenador de despesa.
Agora os pacientes vão aos Cais cientes que não há médicos nas unidades de saúde. A maioria que supostamente burlavam as escalas de trabalho, já não tem mais que fingir que servem ao município. Os médicos tem sim horários a cumprir, mas quantas vezes a TV mostra por dia em Goiânia que a população não tem atendimento? Muitos destes profissionais faltam ao trabalho e deixam as pessoas na mão do mesmo jeito, como se já estivessem demitidos.
O Prefeito Iris Rezende, é gestor experiente, sabe que não pode demorar muito a repor o contingente de profissionais despedidos. A situação da saúde é grave, a decisão da Prefeitura de Goiânia é radical, mas do jeito que a coisa ia, era a mesma coisa de não ter médico em cais nenhum.

Fonte: Saúde rescinde contrato de 480 médicos e categoria se mobiliza contra gestão Iris – Jornal Opção

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